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Caminho do Sal - Um Pouco de História

Atualizado: Abr 21


No século 17, o Caminho do Sal era uma rota idealizada e traçada pela população indígena que vivia no local com o intuito de ajudar os tropeiros a avançarem para o interior do Brasil por caminhos mais rápidos e seguros para transpor a Serra do Mar. Com isso, pequenas vilas começaram a surgir, fundadas por colonos portugueses.

Mapa de 1900, mostra o traçado interligando o Caminho do Zanzalá aos Caminhos dos Carvoeiros e o Bento Ponteiro, três trechos q formam o Caminho do Sal




Hoje o Caminho do Sal ainda persiste às constantes mudanças da paisagem da regão e com mais de 300 anos, é uma rota turística que conecta São Bernardo do Campo, Santo André e Mogi das Cruzes, municípios do Estado de São Paulo, atraindo muitas pessoas à pé, à cavalo, de bike e até de jipe.

São cerca de 50 km de muita aventura e belas paisagens em meio à Mata Atlântica, atravessando o Parque Estadual da Serra do Mar. Situado na Região Metropolitana de São Paulo em área de remanescentes do Bioma Mata Atlântica, de grande variabilidade territorial, topográfica e climática, o turista estará por vezes ao lado do Parque Estadual da Serra do Mar, da Reserva Biológica Alto da Serra de Paranapiacaba, do Parque Natural Municipal Nascentes de Paranapiacaba ou da Reserva Particular do Patrimônio Nacional Parque das Neblinas. Parte do Caminho do Sal também está na Área de Proteção e Recuperação dos Mananciais do Reservatório Billings, o que indica a importância da região no contexto de produção e conservação das águas do reservatório, inclusive no Município de SP.

Próximo ao Trópico de Capricórnio, a rota está numa realidade climática de transição, no Planalto Paulista em que ocorrem tanto o clima tropical de altitude como aquele subtropical, permanentemente úmido, do sul do país. Assim também se explica as variações de umidade com episódios de fortes chuvas, neblinas e períodos secos.

Placas que encontramos ao longo do percurso no Caminho do Sal.



Como chegar no Caminho do Sal?

Assim que chegamos à Placa Parque Estadual da SERRA DO MAR, no km 38 da Rodovia Caminho do Mar (Estrada Velha de Santos) a aventura começa.

É só percorrer mais um quilômetro e entrar à esquerda na estrada de terra, conhecida como Estrada Municipal de Mogi das Cruzes. Ali, passamos pelo Sangradouro do Perequê (sua construção tem mais de meio século), uma pequena barragem de controle da represa Billings que começou a ser construída em 1925. O Rio Perequê é afluente do Rio Cubatão e corre em direção ao litoral pelas encostas da Serra do Mar. Porém, algumas das nascentes do Rio Perequê foram submersas com o alagamento da Represa Billings em 1927 para gerar energia elétrica para as indústrias de Cubatão por meio da Usina Henry Borden. O projeto é tão complexo que foi necessário escavar um túnel na Serra do Mar para movimentar as turbinas da usina. Desde 1958, é utilizada para abastecimento de água e desde 1970 é protegida pelas leis de mananciais.

Sangradouro do Perequê

Ao longo do caminho, misturado à paisagem, e pintadas em postes ou em pedras nas áreas menos urbanizadas, estão as setas em amarelo sobre um fundo preto, acompanhadas pelas letras "CS", indicando as direções a serem seguidas por aqueles que querem completar o Caminho do Sal.

Marco no poste, pintado em preto com letras e seta amarelos indicando a direção do C.do Sal.



A rota é dividida em três partes: Caminho do Zanzalá (16 km), Caminho dos Carvoeiros (10 km) e Caminho do Bento Ponteiro (27,5 km), sendo uma das rotas mais antigas do Brasil. Em resumo, estes trechos resgatam a história dos primeiros caminhos do Planalto Paulista originados no período da colonização pela Coroa Portuguesa, ainda no século XVII (17). Por ali, tropeiros transportavam sal do Porto de Santos até a região que hoje corresponde à cidade de Mogi das Cruzes.

CAMINHO DO ZANZALÁ

O traçado se inicia em São Bernardo do Campo, mais precisamente no km 39,5 da Estrada Velha de Santos e termina quando chega-se a Estrada Velha de Paranapiacaba. Os primeiros registros são ainda de 1640, quando tropeiros abriram caminho para o transporte de sal do Porto de Santos até Mogi das Cruzes no alto da serra e nomearam de Caminho do Zanzalá. O período é marcado pelo crescimento da Vila de São Paulo e consequentemente, da demanda pelo abastecimento de sal, produto estratégico para a sobrevivência dos povoamentos.

À época, o sal era monopolizado pelo governo português, que desembarcava o produto nos portos de Santos e São Vicente. Seu transporte até o planalto era realizado através do Caminho do Padre José Anchieta, que atravessa a Serra do Mar e se estende em direção ao interior do estado e dali, seguia pelo Caminho de Zanzalá.

Com chão de terra, o traçado revela lindas paisagens, assim como alguns pequenos riachos que o cortam durante todo o trajeto. É possível também observar animais típicos da região e parte da flora da Mata Atlântica que ainda resistem. Quando passamos pela região, já avistamos mamíferos como irara (espécie de furão) e capivara, e aves como gaviões, saracuras e jacus e jacutingas.

OLEODUTO E GASODUTO NO CAMINHO DO SAL

Este trecho é margeado por tubulações do Oleoduto da Serra, e tirando a parte que foi inundada devido à criação da Represa Billings em 1922, permanece quase inalterado. Porém, atualmente em 2018, com novas obras feitas pela Petrobrás, estão enterrando novos ductos de oleoduto e cometendo um crime ambiental de proporções imensas, desmatando grande parte da Mata Atlântica.

O Oleoduto da serra foi o primeiro do Gênero no Brasil, e atualmente é administrado pela Petrobrás. A Estrada de Ferro Santos-Jundiái, antiga São Paulo Railway, entre 1948 e 1949, arcou com os custos do oleoduto, que possui ramais para óleos claros e escuros entre o litoral e o planalto. A ferrovia não era capaz de transportar o volume necessário para atender as demandas e então, em 1951, entrou em funcionamento o transporte de gasolina, diesel e querosene entre Santos e São Paulo, por meio dos dutos. Em 1952, ficou pronta a segunda linha, destinada ao óleo combustível e petróleo. Os dutos foram fabricados nos Estados Unidos e alguns diâmetros de tubos fornecidos pela Alemanha e França. Na rota do Sal também serão avistadas diversas placas referentes ao GASAN e GASAN II - Gasoduto Santos-SP, por onde é transportado gás natural entre as Refinarias de Cubatão e Capuava, em operação desde 1993. Os dutos estão enterrados a pelo menos um metro abaixo da superfície para reduzir o risco de acidentes. Ao percorrer o Caminho do Sal, as faixas dos oleodutos e gasoduto poderão ser avistadas diversas vezes.

Mas, voltando ao assunto, por três séculos, o Zanzalá foi a principal rota de ligação entre os atuais municípios de São Bernardo do Campo e Mogi das Cruzes. Porém, uma das histórias mais interessantes sobre este trecho é a de que o próprio Rei de Portugal, Dom João V, decretou em 13 de maio de 1722, para que se interditasse o Caminho de Zanzalá, pois a rota estava sendo utilizada para desviar ouro e pedras preciosas que pertenciam à Coroa Portuguesa, oriundas das minas de Cuiabá no Mato Grosso, uma vez que os tropeiros desviavam por ali para escapar dos altos impostos cobrados pela Coroa. Este foi um dos motivos que quase levou estre trecho ao esquecimento.

Caminho cascalhado em meio à Mata Atlântica.

Um dos lagos para banho que encontramos pelo Caminho do Zanzalá

Em período de chuvas, somente 4x4 trafega no local.




O Caminho do Zanzalá termina no asfalto, na Estrada Velha de Paranapiacaba.

CAMINHO DOS CARVOEIROS

A partir dali, percorremos mais 4,1 km de asfalto até o Monumento do Divino Redentor, na capela do Bom Jesus da Boa Viagem, construída no início do século 20, onde se inicia o Caminho dos Carvoeiros (fundado no século 19), ou Caminho dos Lenhadores, que recebeu este nome pois tinha a função de escoar a produção de lenha para as antigas locomotivas e olarias que existiam na região.

Capela de Bom Jesus da Boa Viagem no Mirante do Campo Grande


Esta capela foi construída pelo Padre Luis Capra e inaugurada em 1912, ostentando a estátua do Divino Redentor no topo e diz a história que a estátua perdeu uma das mãos quando virou alvo de Angelin Arnoni, que disparou contra a imagem entre os anos de 1930 e 1935, após 25 dias ininterruptos de chuva que dificultavam o trabalho dos carvoeiros. Após o tiro, talvez por coincidência, o sol voltou a brilhar alegrando os trabalhadores e até hoje é possível reparar a ausência da mão do Cristo.

Interior da Capela



Tanto o Mirante de Campo Grande quando o Monumento e a Capela, podem ser acessados por uma estreita estrada de terra, em frente à casa da Reserva Biológica do Alto da Serra, na Estrada Velha de Paranapiacaba (SP-122), km 51. Do topo do morro, é possível ter uma bela vista da Estação de Campo Grande e do entorno.

Saindo do asfalto à esquerda no monumento do Divino Redentor, logo no início do caminho, pode-se observar a estação ferroviária do Campo Grande, inaugurada em 1889 pela São Paulo Railway. Hoje não passa de um esqueleto que resiste ao tempo, sendo corroída pela ferrugem.

Da arquitetura inglesa e a estação de trem, contam as histórias que a Torre do Relógio (ao fundo na imagem) foi construída com legítimos tijolos britânicos, trazidos do velho continente e montados aqui no Brasil.

Fonte da Imagem: A Bússola Quebrada



A Estrada de Ferro Santos - Jundiaí foi a primeira a ser construída em São Paulo, com obras iniciadas em 1860 e inauguração em 1867. Financiada com capital inglês, a partir de uma série de negociações desenvolvidas por Barão de Mauá, na ocasião recebeu o nome de São Paulo Railway (SPR). A ferrovia deveria cumprir o papel de facilitar a exportação e escoamento da produção cafeeira do interior do estado e durante 90 anos foi explorada pelo capital inglês até ser estatizada em 1946. Também foi responsável pelo transportes de passageiros ao litoral durante anos. Atualmente, na região do Caminho do Sal, circulam trens de carga, que cortam as estações de Campo Grande e Paranapiacaba, além do Expresso Turístico (Maria Fumaça) que funciona aos finais de semana apenas. No total, a linha férrea duplicada atravessa 11 túneis cavados em rocha, enfrenta um desnível de 796 metros e liga Piaçaguera ao interior do estado, tendo Paranapiacaba como parada rápida para recuperar o fôlego e continuar a jornada.

Voltando ao Sal, após cruzar os trilhos, o Caminho dos Carvoeiros segue mata adentro, passando por pontes sobre pequenos riachos, e como prêmio, ao alcançar seu final, depara-se com a Vila no estilo inglês de Paranapiacaba, parte baixa. É nela que o caminho dos Carvoeiros termina e se inicia o Caminho de Bento Ponteiro, que liga Santo André à Mogi das Cruzes, passando pela Vila de Taquarussu e seguindo até Taiaçupeba.

A VILA DE PARANAPIACABA

Em resumo, a Vila de Paranapiacaba, que em tupi, significa "lugar de onde se avista o mar" é uma antiga vila ferroviária de arquitetura inglesa, criada no final do século XIX (19) em meio à Mata Atlântica, foi erguida no topo da Serra do Mar, com atrativos históricos, culturais e naturais preenche todos os lados. Porém, segundo o historiador santista, Francisco Martins dos Santos, o termo original tupi é "pêranaípiâquaba", que significa "passagem do caminho do porto do mar". E ainda, o historiador Simão de Vasconcelos aborda esse termo "Paraná-Picaba" como a denominação que os índios davam a Serra de Cubatão.

Ruas de Paranapiacaba

Ruas de Paranapiacaba

Ruas de Paranapiacaba parte baixa, com vista para a parte alta.

Em princípio, a vila inglesa, tratava-se apenas de um canteiro de obras, necessário à implantação da ferrovia, onde viviam os operários ingleses que trabalhavam na ferrovia. No começo, a linha transportava passageiros e cargas, principalmente o café do interior para o porto de Santos. Os vagões de passageiros, com o tempo, foram substituídos por trens de carga. Em 1874, foi inaugurada a Estação de Alto da Serra, rebatizada mais tarde de Paranapiacaba.

Antiga estação ferroviária na parte baixa da vila. A Igreja Bom Jesus de Paranapiacaba pode ser avistada bem ao fundo, na parte alta da vila.

A locomotiva Fantasma (Locobreque) de Paranapiacaba na entrada da cidade

O visual da vila é bem dividido. Além da colonização inglesa, fortemente marcada pela arquitetura, também recebeu colonização portuguesa. As construções de padrão mais comum ao olhar do brasileiro, ficam do outro lado da ferrovia (na parte alta da cidade) e são uma atração à parte. O caminho cruza a Vila Inglesa e de lá, por meio de uma passarela, é possível acessar o lado de colonização portuguesa e vice-versa.

Do lado alto (parte alta) está a Igreja, primeiramente denominada de "Capela do Alto da Serra", que apesar de ter placa de 1889, teve a primeira missa celebrada em 8 de agosto de 1884. Ao lado da igreja, está o pequeno cemitério. Antes da construção da igreja, havia na localidade um oratório, cujo registro mais antigo data de 1880.

A igreja teve como padroeiro o Bom Jesus. Com a criação da Paróquia de Ribeirão Pires em 1911, a Igreja do Bom Jesus do Alto da Serra passa a ser ligada à ela.

A igreja de Paranapiacaba foi construída no final do século XIX.

E com um clima londrino, é constante a presença de neblina durante a tarde na região, marcando as propriedades históricas e ferroviária.

A neblina densa na entrada da cidade transforma incrivelmente as fotos. Prato cheio para os fotógrafos!

Nosso jipe em meio à neblina da vila inglesa de Paranapiacaba

Para mais fotos de Paranapiacaba, acesse: https://www.liberdade4x4.com.br/post/2018/08/18/paranapiacaba

CAMINHO DE BENTO PONTEIRO

Seguindo pelo Caminho do Sal, deixando Paranapiacaba pra trás, entramos no Caminho de Bento Ponteiro. O trecho recebeu o nome do comerciante que foi um dos primeiros moradores do Alto da Serra, que deu origem à Vila de Paranapiacaba. Bento José Rodrigues da Silva era português e tinha terras em Mogi das Cruzes. Por saber construir pontes e estradas de ferro, recebeu o apelido de Bento Ponteiro.

A ligação de Bento Ponteiro com a região é tão grande que seu corpo está enterrado no Cemitério do Bom Jesus de Paranapiacaba desde 31 de julho de 1911, quando faleceu, ao lado da igreja. O terreno onde fica o cemitério da vila inglesa foi doado pelo próprio Ponteiro.

Com 27,5 km de extensão, o trecho de Bento Ponteiro é o maior das três partes que formam o Caminho do Sal. Assim como os outros dois, abriga grande fatia intacta da Mata Atlântica.

Trechos de mata fechada e tranquilidade junto à natureza.

Eucaliptos próximos à Vila de Taquarussu

E é através deste caminho que se pode chegar à Vila de Taquarussu, que já fica em terras pertencentes a Mogi das Cruzes e foi construída por trabalhadores italianos. Este pequeno vilarejo remonta à chegada de imigrantes italianos em meados de 1910. Em seu tempo mais gloriosos, chegou a ter 40 casas, um empório e uma bomba de gasolina. Esta vilinha, assim como Paranapiacaba, também coletava lenha para as máquinas da São Paulo Railway. Com o fim dos motores a vapor, a vila foi perdendo moradores e hoje, apesar de muito bem conservada, apresenta pouquíssimos habitantes. Desde o início de 2015, o proprietário da vila de Taquarusu resolveu cercar o vilarejo, impedindo a entrada de quem caminha pela trilha, conservando assim seu estado natural, então, ao passar por ali, o caminho faz um pequeno desvio por fora da área construída, porém, é possível avistar as edificações da época, uma capela construída em homenagem à Santa Luzia e um pequeno lago.

Vila de Taquarussu



Cerca de 8 km após a vila de Taquarussu, adentramos no distrito de Quatinga, também pertencente à Mogi das Cruzes e cercado pela Serra do Mar. Na pequena vila, a Igreja de Nossa Senhora da Piedade foi erguida na década de 1950 e está quase sempre fechada. Mas dali, saem procissões em festa que percorrem a região em determinadas épocas do ano.

Distrito de Quatinga

O Caminho de Bento Ponteiro segue então por mais uns 8 km até Taiaçupeba, que pertence à Mogi das Cruzes, também considerado um distrito assim como Quatinga, teve sua colonização em 1864, quando passou a ser utilizado por bandeirantes para repouso e acampamento. A maior parte do seu território está em mata atlântica e seu nome se deve à presença de porcos selvagens (queixadas), espécie nativa da região, sendo TAI (dente), Assu (grande) e PEBA (branco) pelos indígenas.

O cemitério de Taiaçupeba, pertence à Mitra Diocesana, ou seja, à Igreja Católica. É um cemitério privado e foi erguido em 1888. Ali, alguns túmulos mais antigos ainda não foram remodelados, mas guardam restos mortais dos fundadores de Taiaçupeba, como Antonio Pinheiro Nobre e Benedito Souza Lima. A igreja Matriz de Taiaçupeba ou Paróquia Santa Cruz é o ponto final do Caminho do Sal e foi reformada e redecorada com pinturas de José Benedito da Cruz (conhecido como JBC) por volta do século XIX e podem ser visitadas mediante agendamento.

O Distrito de Taiaçupeba encerra o Caminho do Sal, um longo trajeto que carrega, além de muita beleza natural, parte da rica história do Grande ABC.

ATUALMENTE

O Caminho do Sal foi oficializado pelas prefeituras da região em 2014. O passeio pode ser feito a partir de diversos pontos de acesso à trilha e é gratuito. Alguns trechos tem apenas estrada de terra ou cascalho, sem sinal de celular e sem infraestrutura como banheiros ou lanchonete, então é preciso se programar. As rotas não são monitoradas, então as prefeituras recomendam que as pessoas façam o trajeto de dia, pela manhã, evitando trafegarem desacompanhadas ou à noite.

Para fechar com chave de ouro, avistar o pôr-do-sol na represa Billings, já próximo do Riacho Grande não tem preço.

Represa Billings

Um verdadeiro quadro - Fotógrafa: Juki (Liberdade Em Foco / Liberdade 4x4)


FONTES DE PESQUISA E IMAGEM:

http://www.liberdade4x4.com.br/midia

http://jukifotos.wixsite.com/fotografia

Guia de Ecoturismo Caminho do Sal - Prefeituras SBC, S.André e Mogi (PDF)

http://www.dgabc.com.br/noticia/1672285/caminho-do-sal-a-rota-da-historia-do-grande-abc

http://www.folha.uol.com.br/sobretudo/morar/2018/06/1971311-ligacao-de-rotas-historicas-cria-trilhas-de-ecoturismo-na-grande-sp.shtml

http://paranapiacando.blogspot.com/2012/05/igreja-bom-jesus-de-paranapiacaba.html

http://pedagogiaparanapiacaba.blogspot.com/2010/11/igreja-de-paranapiacaba.html

http://pedagogiaparanapiacaba.blogspot.com/2010/11/vila-de-paranapiacaba-antiga-alto-da.html

https://abussolaquebrada.com/2015/04/15/paranapiacaba


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